Primeiros passos
Crie seu personagem — nome, UF, idade, profissão, origem e posições em seis eixos. Você começa na sua cidade, sem partido.
Entrar num partido
aceite = afinidade + reputação + relacionamento local + necessidade do partido + apoio de ala − escândalos
Alguns partidos têm porta aberta; outros exigem relacionamento; e, na mecânica do jogo, alguns só filiam por convite. Converse com lideranças e vá a reuniões antes de pedir.
Prazos que importam
| Regra | Até 2014 | A partir de 2016/2018 |
|---|---|---|
| Filiação antes da eleição | 12 meses | 6 meses |
| Domicílio eleitoral | 12 meses | 6 meses (2018+) |
| Doação de empresas | permitida | proibida |
| Ficha Limpa | a partir de 2012: condenação colegiada = 8 anos inelegível | |
Idade mínima
Pré-candidatura e campanha
No ano eleitoral, lance a pré-candidatura. Na convenção, o partido compara você com outros nomes (prestígio, reputação, reconhecimento, alas).
Na campanha: comícios, caminhadas, entrevistas, podcasts, propostas e debates. Dinheiro vem do FEFC (desde 2018), de doações e — até 2014 — de empresas. Pesquisas mostram uma amostra com margem de erro, não a verdade.
Mandato
Parlamentares votam projetos (contrariar o partido custa prestígio), destinam emendas e fiscalizam. Chefes do Executivo lançam políticas com custo, cronograma e risco de atraso.
Crime, polícia e investigação
Ofertas de caixa dois e propina aparecem. Aceitar dá dinheiro e cria um ato com rastro documental, testemunhas e cúmplices — a descoberta depende de risco e evidência.
Você também pode investigar personagens, montar dossiês, acionar a Polícia Federal ou o Ministério Público, vazar para a imprensa ou propor CPI.